Convulsão febril em crianças
Resumo para convulsão febril: abordagem inicial, critérios de alarme, avaliação pós-crise e medicamentos relacionados ao manejo agudo.
Revisado em 26/05/2026
Baseado em protocolos da OMS e SBP
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Resposta rápida
Na convulsão febril, a primeira prioridade é estabilizar via aérea, respiração e circulação, interromper crise prolongada e buscar o foco da febre. Depois, diferenciar crise simples de crise complexa direciona investigação e observação.
Quando usar esta página
Criança com crise convulsiva associada a febre.
Dúvida entre convulsão febril simples e complexa.
Necessidade de revisar medicação de resgate e sinais de encaminhamento.
Sinais de gravidade
- Crise com duração prolongada, recorrência em 24 horas ou focalidade.
- Persistência de sonolência importante, déficit neurológico ou sinais meníngeos.
- Idade fora da faixa típica, imunização incompleta ou suspeita de infecção do SNC.
- Instabilidade respiratória, hipoglicemia ou trauma associado.
Conduta inicial
Durante a crise, proteger a criança, posicionar em decúbito lateral quando possível e avaliar ABC.
Checar glicemia se crise prolongada, rebaixamento persistente ou contexto clínico sugestivo.
Usar benzodiazepínico conforme protocolo local se a crise não cessar rapidamente.
Após a crise, buscar foco infeccioso, avaliar sinais neurológicos e orientar retorno imediato se recorrência ou piora.
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Não deixar passar
Meningite/encefalite em criança com sinais meníngeos, toxemia ou alteração persistente.
Epilepsia ou crise afebril coincidente.
Hipoglicemia, intoxicação ou distúrbio hidroeletrolítico quando história sugerir.
Medicamentos relacionados
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Perguntas frequentes
Convulsão febril simples exige anticonvulsivante contínuo?
Em geral, não. A decisão deve ser individualizada, mas crises febris simples costumam demandar orientação e seguimento, não profilaxia contínua de rotina.
Antitérmico previne nova convulsão febril?
Antitérmico melhora conforto, mas não garante prevenção de recorrência de crise febril.